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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Janet Jackson não quer que a sobrinha Paris comece a atuar.


Filha de Michael Jackson, Paris, quer tentar carreira artística. Foto: Getty Images
Janet Jackson quer que sua sobrinha Paris, filha de Michael Jackson, não apresse sua carreira de atriz com o filme Lundon's Bridge and the Three Keys, que deve estrear em 2013. As informações são do site Female First.
A cantora deu conselhos para a sobrinha de 13 anos, recomendando à garota que não se envolvesse no showbizz tão nova e que se dedicasse aos estudos.
Janet, que começou a cantar aos sete anos de idade juntos com os irmãos, teria dito: "prefiro que ela espere, acredito que ela pode aproveitar a juventude".
"Só se é jovem uma vez, e ela tem o resto da vida para ser uma adulta. Ela tem que estudar, ir para a escola, e então, quando ela fizer 18, pode fazer o que bem entender", continuou a cantora.
Paris parece irredutível, e pediu para que sua guardiã legal, a avó Katherine, a deixasse atuar na produção.


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Sandy relembra encontro com Michael Jackson

Depois de se lançar em carreira solo, Sandy mostra que está cada vez mais longe dos tempos de criança pop. Ou de ser constantemente lembrada apenas por isso.
Recentemente, a cantora iniciou a turnê de lançamento de seu primeiro DVD, Manuscrito Ao Vivo. E, menos de uma semana depois, Sandy já encarou o desafio de interpretar ao vivo os hits do eterno Michael Jackson.

Na noite do dia  21Via Funchal, em São Paulo,a cantora mostrou o show Sandy Interpreta Michael Jackson, idealizado pelo Circuito Cultural do Banco do Brasil.
Na plateia, estavam desde o pai Xororó, a mãe Noely e o irmão Junior com a namorada Raissa Maciel, até o guitarrista de heavy metal, Andreas Kisser, do Sepultura.

Cantando o mega sucesso Bad, a cantora entrou no palco vestindo uma roupa escura e brilhante, além de chapéu e luva - bem ao estilo do cantor americano, morto em 2009.
Longe de ter se tornado um mero cover, o hit ganhou interpretação própria, com ares de jazz e cabaré. E o show trilhou por esse caminho inusitado (e bacana).

Nitidamente emocionada, Sandy realizou um tributo honesto, naturalmente de fã para ídolo, mas sem exageros. Ela elogiou várias vezes o Rei do Pop e contou como ele a influenciou de diversas maneiras.

Com ajuda do marido e músico Lucas Lima, Sandy e a ótima banda que a acompanha ousaram em arranjos elaborados e ao mesmo dançantes. No repertório, estavam canções da época em que o garoto Michael integrava o Jackson 5, até culminar em seu clímax como o pop star de Billie Jean. Todas cantadas como as originais, em inglês.

As baladas, claro, estiveram presentes em I'll Be There e Ben. Ambas, aplaudidíssimas.
Outro destaque foi quando a cantora anunciou que interpretaria “uma canção lado B do disco Bad” que, segundo ela, fala da super exposição que Michael sofreu pela mídia desde criança. Sandy ainda disse que se identificava com a letra de Leave Me Alone.

Já a bem humorada Thriller foi lembrada por Sandy, devidamente elegante, de colete vermelho e novamente de chapéu.
Um ótimo show que, apesar de se tratar de interpretações para hits de um cantor famoso, mostrou a diversidade musical que existe dentro de Sandy.

fonte :http://entretenimento.r7.com